quarta-feira, 23 de junho de 2010

Cérbero...






Cão com três cabeças, corpo de Leão e cauda de serpente, filho de Tífão e de Equidna, que vigiava a entrada do Hades, ou mundo inferior.
O monstro permitia a todos os espíritos que entrassem no Hades, mas não permitia a nenhum sair de lá. Apenas alguns heróis escaparam da guarda de Cérbero: o grande músico Orfeu encantou-o com sua lira, e Héracles capturou-o completamente desarmado e o trouxe por um curto período de tempo para as regiões superiores ao Hades. Na mitologia romana, a linda virgem Psiquê e o príncipe troiano Enéias foram capazes de pacificar Cérbero com um bolo de mel e assim continuar sua viagem pelo mundo inferior.

Achei essas figuras super interessantes, para podermos pegar algumas características ou ate mesmo criarmos criaturas a partir dessas, para utilizarmos nas aulas...

Quimera...






A figura mítica da quimera, oriunda da Anatólia e cujo tipo surgiu na Grécia durante o século VII a.C., sempre exerceu atração sobre a imaginação popular. De acordo com a versão mais difundida da lenda, a quimera era um monstruoso produto da união entre Equidna - metade mulher, metade serpente - e o gigantesco Tífon. Outras lendas a fazem filha da hidra de Lerna e do leão de Neméia, que foram mortos por Hércules. Habitualmente era descrita com cabeça de leão, torso de cabra e parte posterior de dragão ou serpente. Criada pelo rei de Cária, mais tarde assolaria este reino e o de Lícia com o fogo que vomitava incessantemente, até que o herói Belerofonte, montado no cavalo alado Pégaso, conseguiu matá-la. A representação plástica mais freqüente da quimera era a de um leão com uma cabeça de cabra em sua espádua. Essa foi também a mais comum na arte cristã medieval, que fez dela um símbolo do mal. Com o passar do tempo, chamou-se genericamente quimera a todo monstro fantástico empregado na decoração arquitetônica. Em linguagem popular, o termo quimera alude a qualquer composição fantástica, absurda ou monstruosa, constituída de elementos disparatados ou incongruentes.

Hidra...






Monstro de várias cabeças que vivia num pântano próximo à Lerna, na Grécia. Uma ameaça para todos em Argos, ela tinha um fôlego fatalmente venenoso e quando uma cabeça era cortada, crescia outras duas em seu lugar; só a cabeça central era imortal. O termo hidra é comumente aplicado a qualquer situação complexa ou para problemas que continuamente apresenta dificuldades compostas.

Interessante também por ter essa coisa bem monstro, difícil de combater e de varias cabeças que me faz lembrar da medusa que também é muito importante na mitologia ...

Ciclopes...







A construção das colossais muralhas das antigas cidades micênicas foi uma das muitas façanhas atribuídas aos ciclopes pela mitologia grega. Segundo as lendas e obras épicas da antiga Grécia, os ciclopes eram gigantes monstruosos, de força descomunal, que possuíam apenas um olho no meio da testa. Para Hesíodo os ciclopes eram três, filhos de Urano, o céu, e de Gaia, a terra. Chamados Brontes, Estéropes e Arges.

Gostei dessa figura me faz lembrar das três bruxas do filme “Fúria de titãs” muito interessante...

O que é Teatro no meu ponto de vista ...

O Teatro esta em todo lugar nas mínimas coisas; ele serve para melhorar o desenvolvimento na hora de tomar decisões; aprender a posicionar-se melhor perante a sociedade ou diante de obstáculos; este é uma boa ferramenta para os profissionais de qualquer área; quebra bloqueios, melhora a comunicação e o relacionamento profissional; pode ser útil para uma entrevista de emprego, etc. O Pessoal mais maduro, encontra no teatro uma terapia ocupacional ou uma forma de resgatar um sonho antigo que não pôde ser realizado em outro momento da vida; por fim o teatro abrange um vasto campo independente de idade, ele alem de ser uma forma de arte maravilhosa, ajuda em vários aspectos em nossas vidas.